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Corpo-território & educação decolonial + Decolonizar Valores

Marca: Devires

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Descrição Geral
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  • Editora:  Devires
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  • AUTORE(S): Thiago Teixeira | ORGANIZADORE(S): Eduardo Oliveira Miranda
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  • ISBN:  9000000001824
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  • Edição: 
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  • Formato:  14.00 x 21.00 cm
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  • Páginas:  400
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Livro 1 Corpo-território é um texto vivo que sente o mundo, degusta as emoções, toca e respira as cosmopercepções. Corpo-território aprende que os atravessamentos das experiências nos leva a trocar de pele, alcançar outras corporalidades e expandir nossas concepções de mundo. Para compreender os corpos-territórios que constituem as salas de aulas é que esta obra evidencia os valores civilizatórios afro-brasileiros ao propor a inserção dos saberes advindos de alguns orixás, dentre eles, Oxumaré, que tem sua representatividade em uma cobra que morde a própria cauda em um ciclo infindável. Tal processo contínuo é o lastro que fecunda a escrita do presente livro, o qual abarca uma experiência teórico-metodológica e a práxis educativa do professor Eduardo Miranda com turmas de licenciaturas da Faculdade de Educação da Bahia - FACED/UFBA. Os ensinamentos das cobras nos convida a tecer outros corpos-territórios por uma perspectiva decolonial, com as encruzilhadas das questões identitárias, políticas e das incompletudes culturais. Além disso, o livro atende aos propósitos da lei 10.639/03 e convida professoras e professores a repensar suas questões subjetivas e exercitar políticas educacionais contra coloniais. Livro 2 A pergunta central desta obra é se há uma ética capaz de incluir o outro, e se o outro pode ser sujeito a partir de uma ética tomada como única e absoluta. Ele ? o outro ? poderá existir? Ocorre que as barreiras coloniais impedem que o outro faça parte de uma ética dos afetos, e uma ética sem afeto é uma ética excludente, uma ética feita para matar. Professor Thiago chama a nossa atenção para a necessidade de uma ética solidária, e ele é solidário quando escreve; ele mesmo já pratica a sua ética do afeto, uma ética empática. O filósofo, filho do herói civilizatório Ogum, escreve para ser lido; ele escreve com a gentileza de quem quer ser lido e, como um homem de Ogum, ele aquece a palavra como ferro bruto e depois começa a forjá-la; na sequência, suas palavras nos invadem como o fogo toma o ferro para que este se transforme em ferramenta útil, ele forja uma espada ? e a sua espada-palavra ainda quente abre caminhos para a compreensão de uma ética além e aquém do que aprendemos a aceitar como ético.

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